Tibi vs Equador

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    O caso Tibi vs Equador foi julgado em 07 de setembro de 2004 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

    O caso envolveu uma operação antinarcóticos denominada “Camaron”, que foi realizada na província de Guayas, no Equador, em 18 de setembro de 1995. A operação resultou na apreensão de cocaína e na detenção de um indivíduo chamado Eduardo Edison Garcia Leon, o qual, em depoimento, atribuiu a responsabilidade pela droga apreendida ao Sr. Daniel Tibi. Em razão dessa declaração, a Interpol prendeu Daniel Tibi, sem ordem judicial prévia, deixando-o detido pelo período de 28 meses.

    A prisão de Daniel Tibe Violou diversos direitos assegurados pela Convenção Interamericana de Direitos Humanos, como o de ser conduzido, sem demora, à presença de um juiz, o de não ficar incomunicável, entre outros.